A cura de todas as doenças...
Conheça Royal Raymond Rife, mais um gênio esquecido e desprezado. Tal como aconteceu com Nikola Tesla, também Rife pagou caro por suas invenções.Este brilhante cientista (1888-1971), após estudar no Johns Hopkins, desenvolveu uma tecnologia que é ainda comumente usada hoje nos campos da ótica, eletrônica, radio-química, bioquímica, balística e aviação.Os modernos microscópios eletrônicos matam instantaneamente tudo o que estiver sob ele, vendo apenas os restos mumificados e os detritos. O que o microscópio de Rife pode ver é a atividade viva de viroses viventes enquanto eles mudam de forma para se acomodar as mudanças no ambiente, duplicam rapidamente em resposta aos carcinógenos e transformam células normais em células tumorosas.Rife identificou meticulosamente a assinatura espectroscópica individual de cada micróbio. Ele então girou lentamente prismas de blocos de quartzo para focar a luz de comprimento de onda único sobre os microorganismos que estava examinando. Este comprimento de onda foi selecionado porque ressonava com a frequência da assinatura do espectroscópio do micróbio baseado no fato agora estabelecido de que cada molécula oscila em sua distinta frequência.Os átomos que se juntam para formar uma molécula são mantidos juntos nessa configuração molecular com uma cadeia de energias covalentes que emite e absorve sua própria frequência eletromagnética específica. Nenhuma entre duas espécies de moléculas têm as mesmas oscilações eletromagnéticas ou assinatura energética. A ressonância amplifica a luz da mesma maneira que duas ondas do oceano intensificam uma a outra quando se juntam.O resultado de usar um comprimento de onda ressonante é que os microorganismos que são invisíveis na luz branca repentinamente se tornam visíveis em um brilhante flash de luz quando são expostas à frequência de cor que ressona com a sua própria e distinta assinatura espectroscópia. Rife foi então pode ver estes organismos, invisíveis de outra forma e assisti-los invadindo ativamente culturas de tecidos. A descoberta de Rife possibilitou a ele ver organismos que ninguém mais poderia ver com microscópios comuns.Mais de 75% dos organismos que Rife podia ver com seu Microscópio Universal são visíveis somente com a luz ultravioleta. Mas a luz ultravioleta está fora do âmbito da visão humana, é invisível para nós. O gênio de Rife permitiu a ele superar esta limitação pelo heteródino, que basicamente, é uma técnica de combinar dois sinais para obter um terceiro sinal. Ele iluminou o microscópio (geralmente um vírus ou bactéria) com dois comprimentos de ondas da mesma frequência da luz ultravioleta que ressonava com a assinatura do espectro do micróbio. Estes dois comprimentos de ondas produziram interferência onde eles se juntaram.Esta interferência era, em efeito, uma terceira onda, mais longa que adentrou a porção visível do espectro eletromagnético. Foi assim que Rife tornou visíveis os micróbios invisíveis sem matá-los, um feito notável que os microscópios eletrônicos atuais não podem repetir.Neste tempo, Rife estava tão à frente dos seus colegas dos anos 1930 que eles não poderiam compreender o quê ele estava fazendo, sem ir ao laboratório de Rife em San Diego para ver através o seu microscópio de vírus, eles mesmos. E muitos fizeram exatamente isso.Uma delas foi Virginia Livingston. Ela finalmente mudou-se de New Jersey para Point Loma nos arredores de San Diego e se tornou uma frequente visitante do seu laboratório. Hoje, é frequentemente dado a Virginia Livingston o crédito por identificar o organismo que causa o câncer humano, começando pelas pesquisas que ela começou a publicar em 1948.Na realidade, Royal Raymond Rife tinha identificado o vírus do câncer humano primeiro ... nos anos 20! Então, Rife fez mais de 20.000 tentativas sem sucesso para transformar células normais em células tumorais. Ele finalmente conseguiu quando irradiou o vírus do câncer, o passou pelo filtro ultrafino de porcelana que retia células e injetou em animais de laboratório. Não satisfeito em provar que este vírus causaria um tumor, Rife então criou 400 tumores em sucessão a partir da mesma cultura.Ele documentou tudo com filme, fotografias e registros meticulosos. Ele deu ao vírus do câncer o nome “Cryptocides Primordiales” . Virginia, em seus papéis, o renomeou “Progenitor Cryptocides”. Royal Rife nunca foi nem mesmo mencionado em seus papéis. De fato, Rife raramente obteve o crédito por suas descobertas monumentais. Ele era um cientista quieto e modesto, dedicado a expandir suas descobertas, mais do que ambições, fama e glória.Rife também trabalhou com cientistas e doutores renomados do seu tempo, que também confirmaram ou endossaram várias áreas do seu trabalho. Ele usou o mesmo princípio para matá-las, a que as tornou visíveis: a ressonância. Aumentando a intensidade de uma frequência que ressonava naturalmente com estes micróbios, Rife aumentou suas oscilações naturais até que eles distorcerem e desintegrarem do seu estresse natural. Rife chamou esta frequência de “taxa oscilatória mortal (TOM), e não causou danos nenhum aos tecidos vizinhos.Os instrumentos de Rife atuais usam certas frequências selecionadas e seus harmônicos para executar o trabalho. Estes princípios podem ser ilustrados pelo uso de uma intensa nota musical para quebrar uma taça de vidro: as moléculas do vidro já estão oscilando em algum harmônico (múltiplos) dessa nota musical; elas estão em ressonância com elas. Porque todas as outras têm frequências de ressonância diferentes, nada além do vidro é destruído. Há literalmente centenas de trilhões de frequências de ressonância diferentes e cada espécie e molécula tem a sua própria, bem peculiar.Rife levou muitos anos até descobrir as frequências que destruiam especificamente herpes, pólio, meningite espinhal, tétano, influenza e um número imenso de outros organismos causadores de doenças perigosas.Em 1934, a Universidade da Califórnia do Sul formou um comitê especial de pesquisa médica para trazer pacientes de câncer terminal do Hospital de Pasadema County para o laboratório e clinica de Rife em San Diego para tratamento. A equipe incluia doutores e patologistas reconhecidos para examinar os pacientes – se ainda vivos – em 90 dias.Após os 90 dias de tratamento, o comitê concluiu que 86,5% dos pacientes tinham sido completamente curados. O tratamento foi então ajustado e os restantes 13,5% dos pacientes também reagiram nas 4 semanas seguintes. O índice de recuperação total usando a tecnologia de Rife foi de 100%.Em 20 de novembro, 44 das mais respeitadas autoridades médicas do país honraram Rife com um banquete anunciando “o fim de todas as doenças” sob os cuidados do Dr. Milbank Johnson em Pasadema. Mas em 1939, quase todos estes distintos doutores e cientistas negaram ter encontrado com Rife. O quê aconteceu para fazer com que tantos homens brilhantes tivessem esse completo lapso de memória? Parece que a notícia do milagre de Rife com pacientes terminais tinha chegado a outros ouvidos.Em primeiro lugar, uma tentativa foi feita para “comprar” Rife. Morris Fishbein, que tinha adquirido todo o estoque da Associação Médica Americana em 1934, enviou um advogado/procurador a Rife com um oferta “irrecusável”.. Rife recusou. Nunca soubemos os termos exatos desta oferta. Mas sabemos os termos da oferta que Fishbein fez para Harry Hoxsey para controlar o seu remédio herbal contra câncer. Os associados de Fishbein receberiam todos os lucros por nove anos e Hoxsey não receberia nada. Depois, se eles estivessem contentes com o desempenho do produto, Hoxsey passaria a receber 10% dos lucros. Hoxsey decidiu continuar o negócio sozinho.Quando Hoxsey recusou a proposta de Fishbein, este valeu-se das suas conexões políticas imensamente poderosas para prender Hoxsey 125 vezes em 16 meses. As acusações (baseadas em prática sem licença) foram sempre removidas no tribunal, mas o tormento levou Hoxsey à loucura.Mas Fishbein deve ter concluído que a sua estratégia não funcionaria com Rife. Primeiro, Rife não poderia ser preso por prática sem licença como Hoxsey. Um acusação falsa significaria que as testemunhas de defesa de Rife seriam apresentadas por proeminentes autoridades médicas trabalhando com Rife. E a defesa teria a oportunidade de apresentar evidência como o estudo médico de 1934 feito com o comitê americano. A última coisa no mundo que a indústria farmacêutica queria era uma audiência pública sobre a terapia sem dor que curou 100% dos pacientes terminais de câncer e não custa nada além de um pouco de eletricidade. Isto poderia dar às pessoas a idéia de que elas não precisavam de drogas.E finalmente, Rife tinha gasto décadas acumulando meticulosa evidência de seu trabalho, incluindo filmes e fotografias de imagens congeladas. Nenhuma outra tática era necessária. O primeiro incidente foi o gradual roubo de componentes, fotografias, filmes e registros escritos do laboratório de Rife. O ladrão nunca foi pego.. Então, enquanto Rife se esforçava para reproduzir seus dados perdidos , alguém vandalizou seus preciosos microscópios de vírus. Peças do seu microscópio de 5682 partes foram roubadas.Antes, um incêndio provocado tinha destruído o laboratório de Burnett de vários milhões de dólares, justamente quando cientistas estavam preparando-se para anunciar a confirmação do trabalho de Rife. Mas o pior aconteceu mais tarde, quando a polícia confiscou ilegalmente o restante dos 50 anos de pesquisas de Rife.Os jornais médicos, patrocinados quase que inteiramente pelos anúncios das empresas de drogas e controlados pela AMA, recusaram publicar qualquer artigo de qualquer um envolvido com a terapia de Rife. Portanto, uma geração inteira de estudantes de medicina se formaram e começaram a trabalhar sem nunca terem ouvido falar dos importantes avanços da medicina de Rife.A conclusão inevitável alcançada por Rife foi que seu trabalho durante toda a vida e as descobertas não só tinham sido ignoradas, mas provavelmente seriam enterradas com ele. Naquele ponto, ele parou de produzir e gastou o último terço da sua vida se afogando no alcoolismo.
Vamos lutar para conhecer o íntimo dos animais - reconhecer que um crime contra um animal é considerado um crime contra a humanidade!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Fanatismo Religioso.
Fanatismo Religioso.
O fanático, segundo a definição do dicionário é aquele ou
ou aquela que se considera inspirado por uma divindade,
iluminado pelo espírito divino. É ainda aquele que é religioso
cego, excessivo e intolerante. Aquele, portanto, adere
cegamente a uma doutrina, a um partido; que é partidário
exaltado e faccioso. Aquele, ainda que tem dedicação,
admiração ou amor exaltado a alguém ou algo. E por fim,
acrescenta o dicionário: é alguém entusiasmado, apaixonado.
Todo sistema religioso tem seus pontos fundamentais e indiscutíveis
aos quais chamamos de dogmas. São “verdades” aceitas sem
discussão, apenas pela fé. No sistema cristão, em especial,
os pontos fundamentais que sustentam essa crença são
defendidos por seus teólogos com afirmações de que os
mesmos só podem ser entendidos por aqueles iluminados
pelo espírito santo, sendo isto também um outro dogma cristão.
Isto é útil para afastar os questionamentos daqueles que não
corroboram com essas idéias, pois estes “infelizes não receberam
as graças de Deus” ou “não conheceram Jesus”. É bem sofisticado
e engenhoso: dogmas para defender dogmas! Se aquele que não acredita
no dogma não pode questioná-lo, quem o fará?
De ordinário, geralmente são os velhacos e espertalhões que conduzem
os fanáticos e que lhes põe a arma nas mãos.
O cérebro atingido pelo vírus do fanatismo dificilmente tem cura.
Quando contrariado em suas convicções, o fanático fica quase que
tomado por convulsões, o furor desfigura suas faces , seus olhos
se injetam, seus membros tremem.
O fanatismo é a droga com que os tiranos alimentam as multidões.
Existem muitas formas de fanatismo e vários tipos de fanáticos.
Existem os fanáticos pelo Corinthians, que deixam de comer a perder
uma partida. Existem aqueles que votam em corruptos apenas porque
são do seu partido político. Mas os fanáticos com que mais temos que
ter cuidado são os fanáticos religiosos. Esses, matam em nome de Deus.
Em nome da fé cega, (leia-se fanatismo) milhões já foram sacrificados.
A religião para esses infelizes, longe de ser para eles um alimento salutar,
um motivo de alegria e prazer, a fonte da leveza da alma, a busca do
conhecimento e da prosperidade, a prática da bondade, da caridade,
da justiça e principalmente do amor, transforma-se em veneno nos seus
cérebros infeccionados.
O fanatismo é uma doença existencial com fortes elementos de ordem
emocional, como uma ferida infectada, cuja característica marcante é
o hábito sistemático de fugir da realidade e de mentir para si próprio,
e de fazer com que os outros acreditem em sua mentira. Disse o grande
escritor peruano Mario Vargas Llosa " Por definição, toda religião –
toda fé – é intolerante, pois proclama uma verdade que não pode
conviver pacificamente com outras que a negam.”
E não há outro remédio contra essa doença epidêmica senão o espírito
filosófico, que progressivamente difundido, adoça a índole dos homens,
prevenindo os acessos do mal e suas consequencias.
Desconfio dos teólogos, pois não sei em que escola eles foram "doutrinados",
nem quais as religiões que professam, porém, aos filósofos, dou especial
crédito e atenção, pois longe de quererem me transformar em anjo ou demonio,
ensinam-me a pensar.
"O que torna cada ser humano especial é o fato de ser um indivíduo único.
Em cada mente existe uma luz rara, com um brilho particular que não
pode ser reproduzido em nenhuma outra. Aquele que cede ao fanatismo
atenta contra o brilho da própria individualidade, apaga sua própria luz
e mergulha na escuridão."
Fraternal Abraço e Luz!
Sol Tcharlo
O fanático, segundo a definição do dicionário é aquele ou
ou aquela que se considera inspirado por uma divindade,
iluminado pelo espírito divino. É ainda aquele que é religioso
cego, excessivo e intolerante. Aquele, portanto, adere
cegamente a uma doutrina, a um partido; que é partidário
exaltado e faccioso. Aquele, ainda que tem dedicação,
admiração ou amor exaltado a alguém ou algo. E por fim,
acrescenta o dicionário: é alguém entusiasmado, apaixonado.
Todo sistema religioso tem seus pontos fundamentais e indiscutíveis
aos quais chamamos de dogmas. São “verdades” aceitas sem
discussão, apenas pela fé. No sistema cristão, em especial,
os pontos fundamentais que sustentam essa crença são
defendidos por seus teólogos com afirmações de que os
mesmos só podem ser entendidos por aqueles iluminados
pelo espírito santo, sendo isto também um outro dogma cristão.
Isto é útil para afastar os questionamentos daqueles que não
corroboram com essas idéias, pois estes “infelizes não receberam
as graças de Deus” ou “não conheceram Jesus”. É bem sofisticado
e engenhoso: dogmas para defender dogmas! Se aquele que não acredita
no dogma não pode questioná-lo, quem o fará?
De ordinário, geralmente são os velhacos e espertalhões que conduzem
os fanáticos e que lhes põe a arma nas mãos.
O cérebro atingido pelo vírus do fanatismo dificilmente tem cura.
Quando contrariado em suas convicções, o fanático fica quase que
tomado por convulsões, o furor desfigura suas faces , seus olhos
se injetam, seus membros tremem.
O fanatismo é a droga com que os tiranos alimentam as multidões.
Existem muitas formas de fanatismo e vários tipos de fanáticos.
Existem os fanáticos pelo Corinthians, que deixam de comer a perder
uma partida. Existem aqueles que votam em corruptos apenas porque
são do seu partido político. Mas os fanáticos com que mais temos que
ter cuidado são os fanáticos religiosos. Esses, matam em nome de Deus.
Em nome da fé cega, (leia-se fanatismo) milhões já foram sacrificados.
A religião para esses infelizes, longe de ser para eles um alimento salutar,
um motivo de alegria e prazer, a fonte da leveza da alma, a busca do
conhecimento e da prosperidade, a prática da bondade, da caridade,
da justiça e principalmente do amor, transforma-se em veneno nos seus
cérebros infeccionados.
O fanatismo é uma doença existencial com fortes elementos de ordem
emocional, como uma ferida infectada, cuja característica marcante é
o hábito sistemático de fugir da realidade e de mentir para si próprio,
e de fazer com que os outros acreditem em sua mentira. Disse o grande
escritor peruano Mario Vargas Llosa " Por definição, toda religião –
toda fé – é intolerante, pois proclama uma verdade que não pode
conviver pacificamente com outras que a negam.”
E não há outro remédio contra essa doença epidêmica senão o espírito
filosófico, que progressivamente difundido, adoça a índole dos homens,
prevenindo os acessos do mal e suas consequencias.
Desconfio dos teólogos, pois não sei em que escola eles foram "doutrinados",
nem quais as religiões que professam, porém, aos filósofos, dou especial
crédito e atenção, pois longe de quererem me transformar em anjo ou demonio,
ensinam-me a pensar.
"O que torna cada ser humano especial é o fato de ser um indivíduo único.
Em cada mente existe uma luz rara, com um brilho particular que não
pode ser reproduzido em nenhuma outra. Aquele que cede ao fanatismo
atenta contra o brilho da própria individualidade, apaga sua própria luz
e mergulha na escuridão."
Fraternal Abraço e Luz!
Sol Tcharlo
VIDA
Estudo diz que estilo de vida do homem extrapola capacidade do planeta
Genebra, 29 out (EFE).- A Terra perdeu, em pouco mais de um quarto de século, quase um terço de sua riqueza biológica e recursos, e no atual ritmo, a humanidade necessitará de dois planetas em 2030 para manter seu estilo de vida, advertiu hoje o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, por sua sigla em inglês).
A demanda da população excede em cerca de 30% a capacidade regeneradora da Terra, segundo o Relatório Planeta Vivo 2008, divulgado por esta organização ambientalista a cada dois anos sobre a situação ambiental dos ecossistemas.
"O mundo está lutando atualmente com as conseqüências de ter supervalorizado seus ativos financeiros. Mas uma crise muito mais grave ainda virá: um desastre ecológico causado pela não valorização de nossos recursos ambientais, que são a base de toda a vida e da prosperidade" , disse o diretor-geral da WWF, James Leape.
O estudo mostra que mais de 75% da população mundial vive atualmente em países que são "devedores ecológicos", onde o consumo nacional superou sua capacidade biológica de regeneração.
"A maioria de nós segue alimentando nosso estilo de vida e nosso crescimento econômico extraindo cada vez mais o capital ecológico de outras partes do mundo", afirmou Leape.
"Se as demandas em nosso planeta continuarem crescendo no mesmo ritmo, em meados dos anos 30 necessitaremos do equivalente a dois planetas para manter nosso estilo de vida", acrescentou.
O relatório, elaborado desde 1998, revela que o Índice Planeta Vivo (IPV) caiu quase 30% desde 1970. Isto significa que se reduziram nessa proporção aproximadamente 5 mil povoações naturais de cerca de 1.686 espécies, uma taxa superior a de 25% do relatório de 2006.
Estas perdas se devem a fatores como desmatamento, poluição, pesca proibida, impacto de diques e mudança climática.
"Estamos atuando ecologicamente (...) buscando a gratificação imediata sem olhar as conseqüências", lamentou Jonathan Loh, co-diretor da Sociedade Zoológica de Londres.
Segundo o estudo, que mediu a "pegada ecológica da humanidade", ou a deterioração que as atividades humanas produzem nos sistemas naturais, estas utilizaram uma média de 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a capacidade dos sistemas de absorver o impacto só chega a 2,1 hectares em média por pessoa.
Os Estados Unidos e a China contam com as maiores pegadas ecológicas nacionais. Cada um conta com 21% da capacidade global de absorver o impacto, no entanto os dois países "consomem" uma parte muito maior dos recursos.
Assim, cada cidadão dos EUA requer uma média de 9,4 hectares globais, enquanto que os chineses usam uma média de 2,1 hectares.
Além disso, oito nações - EUA, Brasil, Rússia, China, Índia, Canadá, Argentina e Austrália - contêm mais da metade dessa capacidade global.
No entanto, EUA, China e Índia, devido a suas povoações e hábitos de consumo, são "devedores ecológicos", com pegadas ecológicas superiores às suas capacidades, pois a excedem, respectivamente, 1,8 vezes, 2,3 vezes, e 2,2 vezes.
Estes dados contrastam com os do Congo, com uma capacidade de absorver o impacto de quase 14 hectares globais por pessoa e que só utiliza 0,5 por habitante, mas que enfrenta um futuro de degradação ambiental pelo desmatamento e pelas crescentes demandas de uma população em crescimento e por pressões para exportar seus produtos. EFE
Genebra, 29 out (EFE).- A Terra perdeu, em pouco mais de um quarto de século, quase um terço de sua riqueza biológica e recursos, e no atual ritmo, a humanidade necessitará de dois planetas em 2030 para manter seu estilo de vida, advertiu hoje o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, por sua sigla em inglês).
A demanda da população excede em cerca de 30% a capacidade regeneradora da Terra, segundo o Relatório Planeta Vivo 2008, divulgado por esta organização ambientalista a cada dois anos sobre a situação ambiental dos ecossistemas.
"O mundo está lutando atualmente com as conseqüências de ter supervalorizado seus ativos financeiros. Mas uma crise muito mais grave ainda virá: um desastre ecológico causado pela não valorização de nossos recursos ambientais, que são a base de toda a vida e da prosperidade" , disse o diretor-geral da WWF, James Leape.
O estudo mostra que mais de 75% da população mundial vive atualmente em países que são "devedores ecológicos", onde o consumo nacional superou sua capacidade biológica de regeneração.
"A maioria de nós segue alimentando nosso estilo de vida e nosso crescimento econômico extraindo cada vez mais o capital ecológico de outras partes do mundo", afirmou Leape.
"Se as demandas em nosso planeta continuarem crescendo no mesmo ritmo, em meados dos anos 30 necessitaremos do equivalente a dois planetas para manter nosso estilo de vida", acrescentou.
O relatório, elaborado desde 1998, revela que o Índice Planeta Vivo (IPV) caiu quase 30% desde 1970. Isto significa que se reduziram nessa proporção aproximadamente 5 mil povoações naturais de cerca de 1.686 espécies, uma taxa superior a de 25% do relatório de 2006.
Estas perdas se devem a fatores como desmatamento, poluição, pesca proibida, impacto de diques e mudança climática.
"Estamos atuando ecologicamente (...) buscando a gratificação imediata sem olhar as conseqüências", lamentou Jonathan Loh, co-diretor da Sociedade Zoológica de Londres.
Segundo o estudo, que mediu a "pegada ecológica da humanidade", ou a deterioração que as atividades humanas produzem nos sistemas naturais, estas utilizaram uma média de 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a capacidade dos sistemas de absorver o impacto só chega a 2,1 hectares em média por pessoa.
Os Estados Unidos e a China contam com as maiores pegadas ecológicas nacionais. Cada um conta com 21% da capacidade global de absorver o impacto, no entanto os dois países "consomem" uma parte muito maior dos recursos.
Assim, cada cidadão dos EUA requer uma média de 9,4 hectares globais, enquanto que os chineses usam uma média de 2,1 hectares.
Além disso, oito nações - EUA, Brasil, Rússia, China, Índia, Canadá, Argentina e Austrália - contêm mais da metade dessa capacidade global.
No entanto, EUA, China e Índia, devido a suas povoações e hábitos de consumo, são "devedores ecológicos", com pegadas ecológicas superiores às suas capacidades, pois a excedem, respectivamente, 1,8 vezes, 2,3 vezes, e 2,2 vezes.
Estes dados contrastam com os do Congo, com uma capacidade de absorver o impacto de quase 14 hectares globais por pessoa e que só utiliza 0,5 por habitante, mas que enfrenta um futuro de degradação ambiental pelo desmatamento e pelas crescentes demandas de uma população em crescimento e por pressões para exportar seus produtos. EFE
Pensamentos Interessantes
Alguns Pensamentos Interessantes!
Abraço!
Religião é a filha da esperança e medo, explicando para ignorância a natureza do desconhecido.(Ambrose Bierce)
Duvidar de tudo ou crer em tudo. São duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam, ambas de refletir!(Henri Paincore)
A compreensão não é obra de cultura nem de raciocínio, mas um amadurecimento que se alcança por evolução.(Pietro Ubaldi)
A maioria consiste de tolos, tolos absolutos. Fique alerta da maioria. Se muitas pessoas estão seguindo alguma coisa, isto é prova suficiente de que é uma coisa errada. A verdade acontece aos indivíduos, não as multidões.(Osho)
Os que me falam de religião querem meu dinheiro, que não é muito, ou a minha liberdade que é inegociável. (Pierre Joseph Proudhon)
A vida é como jogar uma bola na parede. Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul, se for jogada uma bola verde, ela voltará verde, se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca, se a bola for jogada com força, ela voltará com força. Por isso, nunca jogue uma bola na vida de forma que você não esteja pronto a recebê-la. (Einstein)
Abraço!
Religião é a filha da esperança e medo, explicando para ignorância a natureza do desconhecido.(Ambrose Bierce)
Duvidar de tudo ou crer em tudo. São duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam, ambas de refletir!(Henri Paincore)
A compreensão não é obra de cultura nem de raciocínio, mas um amadurecimento que se alcança por evolução.(Pietro Ubaldi)
A maioria consiste de tolos, tolos absolutos. Fique alerta da maioria. Se muitas pessoas estão seguindo alguma coisa, isto é prova suficiente de que é uma coisa errada. A verdade acontece aos indivíduos, não as multidões.(Osho)
Os que me falam de religião querem meu dinheiro, que não é muito, ou a minha liberdade que é inegociável. (Pierre Joseph Proudhon)
A vida é como jogar uma bola na parede. Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul, se for jogada uma bola verde, ela voltará verde, se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca, se a bola for jogada com força, ela voltará com força. Por isso, nunca jogue uma bola na vida de forma que você não esteja pronto a recebê-la. (Einstein)
(COISA SÉRIA) História de Jesus -I
O nascimento de gêmeos ajudou muito. Naquela época, isso era visto como sinal divino. Sim, eram gêmeos. Não Jesus e Tiago, mas Jesus e Judas - que na Bíblia é citado como um dos filhos de Maria. Há várias referencias na bíblia aos irmãos de Jesus, e a própria palavra Dídimo significa gêmeo em grego. E Tomé significa gêmeo em aramaico. Nem Tomé nem Dídimo eram nomes próprios, ao contrário do que a igreja nos tentou fazer crer. O nome de Judas era Judas Tomé, o Dídimo. E não podemos nos esquecer que Iscariotes não é sobrenome, mas sim transliteração de Scariote, ou "O Sicário" - membro dos sicários, ou seja, revolucionários BEM radicaizinhos. Detalhe: Sicário quer dizer algo como punhal. Esta facção de zelotes os portavam. E os usavam. Pedro, outro Sicário, é relatado no evangelho como CORTANDO a orelha de um centurião romano. No tapa é que não foi. BTW, Pedro também não é nome, que era Simão. Pedro é uma palavra que vem de Petrus, ou seja, alcunha "de pedra". Algo como "o casca grossa", o "durão" da turma. Além de seu outro irmão famoso, Tiago, que é retratado como o líder da igreja após a morte de Jesus. E o sacerdote, nos tempos de Jesus Rei. O outro pilar dos essênios sedados em Qumram, pertinho de Jerusalém, ao lado do Mar Morto. Pois bem, temos irmãos ali. Príncipes herdeiros de Jerusalém, da linhagem sacerdotal, e da linhagem real. Um Jesus, e um outro também Filho do Pai (em árabe, algo como Barrabás, filho de Abá, Filho do Pai, ou seja, O SACERDOTE - talvez Tiago). Conspirando contra Roma. Reis com relações com o antigo governo de Israel, é claro, precisam apoiar a família real - aí sim, faz sentido uma visita. Reis ursupadores, ouvindo falar que alguém havia nascido na família real, sem saber quem era, aí sim precisam eliminar a ameaça no ninho -e só assim faria sentido a aparentemente "bárbara" idéia de matar os recém nascidos, o que era um risco desnecessário de revolta popular. Mães não gostam muito disso. E aí sim, justificaria fugas, e uma infância sem maiores relatos. Não daria para tomar o poder apenas com o nascimento. Não naquele ninho de cobras. Todas as forças precisariam ser somadas, incluindo apoio do sinédrio, religião, zelotes, revolucionários, profecias, etc, para assumir no tempo certo. O rei teve uma educação digna de tal. E isto custa MUITO dinheiro, ainda mais naquela época. Crianças do deserto nem hoje em dia tem como ter a erudição que Jesus apresentava, a ponto de derrubar estudiosos. Inteligência bruta não era o bastante. Ele possuía o artigo de maior luxo, e mais caro da época: Educação de primeira, com direito a conhecimento de línguas, e talvez viagens. Qual a única referência ao reizinho durante a infância? Um casamento. E não foi um casamento qualquer, mas sim uma grande festa, do tipo que só famílias nobres tinham. Se não fosse o casamento dele, estaria muito claro que ele e a mãe TINHAM que ser da nobreza, para poderem estar ali. Mas a bíblia deixa claro que ele era o noivo. Não vou me adentrar, mas ali, como em qualquer monarquia, são selados os acordos com os benjamitas exilados (ei, de onde eram mesmo os REIS MAGOS nômades do exílio??? ;-). A partir de então, a benjamita Maria ou Madalena será figura presente nos relatos. Detalhe: Seria uma vergonha, até mesmo nos dias de hoje, naquela cultura uma mulher andar com tantos homens assim, no deserto, e de forma tão íntima, a não ser que ela fosse casada. E se ela fosse casada com OUTRO da turma, aí sim seria uma vergonha o comportamento dela com Jesus. Estamos falando de costumes do oriente médio há DOIS MIL ANOS atrás!!! É bom lembrar que na moral pós-Paulo, passou a ser errado um chefe de estado teocrata (bispos, papas) ou sacerdotes serem casados. Mas isso foi a distorção paulina. No judaísmo, o sacerdote não só podia, como DEVIA ser casado. E na coluna real, é ÓBVIO que em qualquer monarquia, a possibilidade de descendência (o que, pasmem, envolve sexo e procriação) não sõ é "permitida", como altamente desejada. para a manutenção da linhagem real. Não vou me alongar nas provas, mas vamos ao fato: Madalena era casada com Jesus. E isso tem muito a ver com a linhagem anterior - e teria muito mais a ver com a POSTERIOR. Esta união nobre se deu nas bodas de Canaã. Ela era de família nobre, e ele também. Os benjamitas desaparecidos eram legítimos herdeiros da tribo de Jerusalém, a cidade sagrada. E Jesus (por José) tinha linhagem da tribo de Davi, os herdeiros do ESTADO. E por Maria, tinha também linhagem levítica (sacerdotal). Xeque mate. Ali, nas bodas, os benjamitas reapareciam, e a união dava ao futuro herdeiro o poder unificado DUPLO, tanto sobre a cidade quanto sobre o estado. Claro que ao fazer isso, Jesus estava descumprindo uma lei Mosaica, que proibira (por motivos no fundo políticos) aos filhos das 11 tribos de Israel a darem suas filhas (leia-se: realizarem casamentos oficiais) aos descendentes de Benjamim. Esta foi talvez a principal "transgressão" que a linhagem e Jesus fez à Lei. Se o casamento é considerado válido, isso implica em algumas coisas. Se não é, se o fato da filha ser benjamita é condenável, mesmo assim Jesus continuaria Rei - e Tiago Sacerdote. Jogando a discussão do direito do herdeiro sobre Jerusalém para o futuro. Só tem um detalhe: Na falta da tribo benjamita, quem controlava Jerusalém na prática era o sinédrio. O conselho judeu, de várias tribos e classes, onde ficavam os doutores da lei que o perseguiam. As coisas começam a se encaixar. Com este casamento sendo válido, e a linhagem de Jesus sendo inquestionável, os Benjamitas estavam de volta à linhagem, e, oficialmente, a Israel. Eles não haviam sido proibidos de serem Judeus, mas sim de terem descendentes nobres. Um suposto filho de Jesus teria ALEM DE TUDO a herança benjamita (a região de Jerusalém, desde então uma espécie de "distrito federal" do Sinédrio). Além de outros mil motivos, era melhor que este menino também não existisse. Ou seu pai. Mas o povo o apoiaria, especialmente se visse nesse herdeiro TANTO o legítimo filho de Salomão e David, QUANTO aquele que cumprisse algumas simples profecias feitas em Macabeus - e que Jesus e José de Arimatéia conheciam muito bem. Na outra hipótese, Jesus poderia sim ter se casado com Maria Madalena. Na prática, não deram uma FILHA de Israel a UM benjamita. Logo, a lei de Moises não teria sido rompida. E pra piorar, o herdeiro era por direito levita, parente de João Batista, e um essênio de QUmram. Yoshua (Jesus) ainda PODIA falar da lei de Moisés com autoridade. Se não PUDESSE, não teria aberto tanto a boca nem nos tempos de hoje - o que dirá naquele ninho de cobras politico- religioso de 2000 anos atrás. No tempo certo, com revoluções espalhadas pra todo lado (lembram que Paulo de Tarso matava gente até em DAMASCO, bem longe dali, lá na Sìria, e logo após a morte de Cristo???), era hora de "cumprir" a profecia. ( Por outro lado, a comunidade de QUmram, sede dos essênios, e sede da Igreja de Jerusalém de Tiago, era também chamada de "o deserto" e "damasco". Pode ser que Saulo estivesse tentando persegui-los em QUmram. É bom lembrar que Roma não sossegou até acabar com esta Igreja, em Jerusalém, Massada e Qumram. Em lugar de sua teologia, surgiu a "teologia" helenistica do "convertido" Saulo, agora "Paulo". Em todo caso, se era necessário destruírem QUmram, ou se havia a necessidade de tropas na Síria, em todas as duas hipóteses significava que nos tempos de Tiago e "Atos", a "igreja" de Jesus incomodava ao império muito mais do que na questão "teológica" ) Voltando...Yoshua precisava ser reconhecido. E tinha enfim tudo para ser. Se o povo o apoiasse, Roma não se interessaria JAMAIS em manter um Herodes que não estava controlando os movimentos de insurreição dos radicais, zelotes e sicários judeus. Nem calando sua voz com o lenitivo religioso. Se o povo quisesse Jesus, seria melhor. Era só ele pagar os impostos. Mas o sinédrio não queria Jesus. Os saduceus estavam do lado de Herodes. E isso também era um incomodo para Roma. Cabia a Jesus, então, buscar o apoio do povo, já que o sinedrio evidentemente não o nomearia. Para tanto, era só reproduzir o script dos profetas bíblicos, e o povo o aclamaria. O resto estava garantido pela descendência, pela Igreja / Ordem de Jerusalém e seu popular líder Tiago (leia-se: Essênios de Qumram), e pelos seus apoios entre outras camadas da sociedade (dentre eles os populares e revolucionários sicários e zelotes). Tudo foi feito meticulosamente. Jesus manda na Bíblia alguém ir buscar o burrico em tal lugar... E o burrico estava lá mesmo, é claro! E ele diz que estava lá mesmo EXATAMENTE para cumprir a profecia, ué! Quer coisa mais clara? Entram aclamados, óbvio, como mencionado no relato. Com apoio popular, não seria difícil a UNÇÃO, que caracterizava os antigos reis. E esta unção deveria se dar no Templo de Salomão, reerguido. O povo invade o templo, liderado por Jesus e zelotes. A bíblia é clara. Ao adentrar a cidade, ele é chamado de REI dos Judeus, e recebe Hosanas. Ele segue o script do burrinho, e outras coisas mais, que nada tem de sobrenatural - e o povo, ao ver, lembra das profecias, e comenta que enfim chegara a hora! Deus havia restabelecido seu pacto com os Judeus! O irmão Tiago era o Sacerdote, e, claro, ele, o outro Pilar, a outra coluna do templo, só podia ser o "rei". Era descendente de David. Eram parentes de João Batista, o profeta recente, de quem o povo sentia falta. Era benjamita. Nascera de uma "virgem" criada no templo, assim diziam. Tinha um irmão gêmeo, sinal dos céus. Falava de um novo pacto. De um reino "dos céus" (leia-se: da lei de Deus aplicada ali) "antes mesmo que todos que estavam vivos tivessem morrido" (citação bíblica). Só podia ser o prometido. E ele segue o roteiro, e garante que faz isso nessa intenção. O que vc imagina? O templo era ENORME, ocupava boa parte da cidade! Gigantesco! Vejam os mapas! Era páscoa. A cidade estava cheia de visitantes. Jerusalém era uma espécie de centro de adoração para vários povos e religiões. E este templo enorme era controlado pelos tais doutores saduceus da lei, que privilegiavam o governo romano. Além do mais, com tanta gente vinda de fora, o templo se transformava em casa de câmbio e feira livre - para, dentre outras coisas, comprarem oferendas. Animais a serem sacrificados. Artigos. Ou simples troca de dinheiro. Imagino que uma feira religiosa "ecumênica" há 2000 anos atrás em Jerusalém não fosse bem um modelo de higiene, tranqüilidade e organização.. Notem que os FARISEUS, rigorosos interpretes da Lei (José era fariseu), e conhecidos freqüentadores do templo, são associados por todos historiadores como sendo a classe comerciante de então. Ora, imaginando que não existisse shopping, cinema, lanchonetes e AlemGaLemga na época, comerciante ALIADO a religioso, naquele cenário, SIGNIFICA quase que diretamente: Mercador oficial do templo. Já os saduceus, mais ricos, estavam ligados ao governo. Mas numa TEOCRACIA, o templo é o governo! A Lei de Deus é o direito, lembra? Se eles eram a classe dominante política, eram também de algum modo os assessores de Herodes. Imaginam que um barbudo vai adentrar neste MUNDO, repleto de cambistas e sustentadores do modelo político de então, e travar com eles discussões ideológicas, baseado no fato de ser supostamente o filho de Jeová querendo mais respeito com as cousas de seu Pai? Centenas de comerciantes. Milhares de visitantes. Um templo gigantesco que era feira, sede do governo, local de peregrinação e tudo mais... Imaginam UM cara com auréola tendo um chilique na porta de uma igrejinha pequena, levando os mercadores a refletirem sobre uma melhor utilização da casa do Senhor? Me poupem! Jerusalém não era o País das Maravilhas ou a Terra do Nunca. Estamos falando de HISTÓRIA, tenha ou não vivido um "Deus" ali. Acha que dá para derrubar a barraca de CAMBIO de um Judeu, Árabe ou romano, UMAZINHA SÓ, e o mesmo, ao invés de recolher suas moedas ou enfiar a mão no imbecil que fizer isso, simplesmente dizer: - Oh, é mesmo, tens razão, ó Rabi!!! Como não me percebi que isso era a casa de Deus? Oh, me chicoteie, senhor!!! Experimenta fazer isso na 25 de Março, num sábado desses, pra vc ver. Tire o cinto da fivela, eleja um descendente de árabe ou judeu qualquer ali, 2000 anos mais civilizado, e derrube UMA BARRAQUINHA SÓ, de preferência sozinho, pra ver o que te acontece!!! Tente, então, expulsar você os mercadores árabes e derivados da 25 de Março inteira... E ainda por cima, sozinho? Sem chances, né, gente? Para o cara poder ser ungido ali, como o relato que vem a seguir indica, ele tinha, é óbvio, que retirar um pequeno "impecilho": as centenas que não iriam querer isso, e seus guardiões. Como o templo era a sede da religião, e religião ali era o estado, isso tem nome: Golpe de Estado. Pior: Se o povo quisesse uma monarquia, ele seria o legitimo Herdeiro! E não eles, doutores da Lei e Herodes (que o preferiam morto, desde pequeno) Pior ainda: Sendo irmão do sacerdote Tiago, ele comporia as duas colunas daquele templo. Não daria mais para o sinédrio fazer a função política, deixando a religião mais pura para os religiosos distantes. Pior ainda: Se seu herdeiro fosse benjamita, como impedir o filho do Rei de no futuro reivindicar suas posses? Se o Rei era a Lei, e se o Rei e seu irmão eram aclamados como os pilares do templo de Salomão! Isso significaria à classe dominante perder Jerusalém, o templo, a política, o apoio popular - e por conseguinte, o de Roma - em uma tacada só! Acham mesmo que a invasão do templo, aclamada por milhares, pode mesmo ter sido um ato "nervosinho" de Jesus contra a profanação da Igreja? Mas como, se nem havia ainda este conceito romano de Igreja?
Veneno na torneira
Veneno na torneira ,algum quimico pode opinar sobre o assunto ???????????????
Veneno na torneira
Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente medicamentos com uma substancia mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro.. Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.
A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.
Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado com um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido Hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do reino unido pode produzir danos genéticos.
Desde a segunda guerra mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos países baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.
Nos piores dias da segunda guerra mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.
Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.
Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d'água.
Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Considerou que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I.G. Farben, instalada em Frankfurt, foi à encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.
No final da segunda guerra mundial, os estados unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I.G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, aos estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo..."
Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da i. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.
A I.G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Walt Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a general motors de J.P. Morgan e com a Standard oil, propriedade da família Rockfeller.
Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a segunda guerra mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I.G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian e. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos estados unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?
Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da i. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família mellon.
Essa família fundou a mellon institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da "descoberta" do flúor como "um maravilhoso preventivo das cáries dentárias".
A família mellon também fundou a aluminium company of América (alcooa). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a alcooa foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?
Segundo o pesquisador de flúor Ian e. Stephen, a primeira ministra thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.
A alcooa e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.
Os cientistas que trabalham para a American dental association (Ada) sob o patrocínio da alcooa continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.
Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a Ada lançou uma campanha promovendo o uso do flúor.. A aprovação do united stades public health service (usphs) reforçou a confiança na nova "droga maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos estados unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.
Desde o final dos anos cinqüenta, o usphs canalizou milhos de dólares dos contribuintes para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixou-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.
A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para os dentes.
Causando grande perturbação na national institute of dental research (nidr), as análises independentes de um relatório do próprio nidr de 1988 sobre os dados odontológicos de 39.107 crianças dos estados unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.
A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.
Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante diazepam (valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da i.g. Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.
À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais daus environmental protection agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientistas que se atrevem a falar da verdade.
Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um "medicamento maravilhoso" que oferece resistência à má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado.
A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.
Testemunha
Dennis Edmonson usou o medicamento "exspansyl spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma provocada por sua exposição a produtos químicos clorados quando trabalhou no kings Royal rifles, durante a segunda guerra mundial.. O exspansyl contem stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi afetada com o uso desse produto: "terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na coluna e nas articulações."
Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para esse problema ao conhecimento do publico?
"estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 1977, alegando que minha situação era resultado do medicamento que me havia sido prescrito. Até agora concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por minha invalidez provocada pela candidiase e pelo glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como poderei remediar isso?
Desafiando o parlamento
Peter Robson
Apesar da generalizada oposição. Em 1973, estabeleceram-se na Irlanda do norte dois programas de uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva para avaliar os benefícios de cada um dos programas de uso do flúor aplicado na Irlanda do norte”.
Com a ajuda da national pure water association. Pediram ao deputado Peter Robson que questionasse o parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da Irlanda do norte. O deputado fez as seguintes perguntas: a câmara sabe que não há nenhuma pesquisa que prove a efetividade e a inoculidade do uso do flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório que prova a periculosidade e a ineficácia da água fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.
Reconhecimento oficial
Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve uma indenização de 1.000 libras do fabricante de dentifrícios Colgate-Palmolive.
Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os últimos cinco anos, mais de trezentas famílias processaram os fabricantes de produtos fluorados.
Apesar das angustiantes provas, a british medical association (bma) mostra-se inflexível em relação à idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A bma também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do reino unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável.
Realidades do flúor
· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.
· Em um relatório da universidade da Flórida é dito: "uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas".
· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.
· No reino unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
· A us food and drug admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas
Veneno na torneira
Provavelmente você ficaria muito alarmado se lhe dissessem que, sem o seu conhecimento, administram regularmente medicamentos com uma substancia mais venenosa que o chumbo, que pode causar fragilidade óssea e câncer, entre uma serie de outras doenças e, que é o componente principal das drogas que alteram o cérebro. Isso é o que alguns médicos qualificados e conselheiros de saúde dizem que ocorre a milhões de pessoas no mundo inteiro.. Que substância agressiva é essa? O flúor na água potável.
A maioria de nos conhece o flúor como preventivo das cáries. Por isso foi acrescentado à maioria dentifrícios, supostamente para reduzir as visitas ao dentista das crianças. Contudo, na historia do uso do flúor há um aspecto muito ameaçador.
Foi provado que o flúor pode endurecer a superfície dos dentes, porém, também trata-se de um elemento altamente tóxico relacionado com um grande número de doenças físicas e mentais. Estudos publicados recentemente demonstram que a metade do flúor (ácido Hexafluorsilícico) que se acrescenta na água potável do reino unido pode produzir danos genéticos.
Desde a segunda guerra mundial não se realizou nenhuma pesquisa sobre os efeitos potencialmente letais do flúor. Contudo vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais ativistas da campanha anti-flúor dos países baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa ocidental se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada que foi usado na Alemanha nazista.
Nos piores dias da segunda guerra mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo cotidiano e isso era complementado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazistas, desejando manter um clima de temor tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.
Jovens sobreviventes do campo de concentração de Auschwitz, esperando pela libertação. Os nazistas "ministraram" flúor na água dos campos de extermínio, que agiu como sedativo, apaziguando os prisioneiros. Apesar desse precedente, o uso da água fluorada ainda é promovido em diversos países. O flúor também é empregado como componente ativo de poderosos tranqüilizantes.
Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor afetam o cérebro, envenenando e narcotizando lentamente as pessoas e tornando-as submissas. Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães o acrescentaram ao abastecimento d'água.
Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Considerou que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos. Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I.G. Farben, instalada em Frankfurt, foi à encarregada da produção massificada de flúor destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.
No final da segunda guerra mundial, os estados unidos encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente de I.G. Farben. Em sua pesquisa na Alemanha, Perkins obteve várias conclusões assustadoras. Informou que "quando os nazistas, sob as ordens de Hitler, decidiram atacar a Polônia, aos estados maiores alemão e russo intercambiaram idéias, planos, cientistas e militares. Os russos adotaram o esquema de controle de massa através da medicação, porque adaptava-se perfeitamente aos seus planos de domínio do mundo..."
Perkins não envolveu a inteligência aliada nessa pesquisa sobre o controle mundial de mente dos russos, porem, uma investigação mais detalhada da i. G. Farben e suas relações industriais, revela algumas conexões suspeitas.
A I.G. Farben expandiu-se durante os anos vinte e estabeleceu laços através de Walt Street com a companhia de automóveis de Henry Ford, com a general motors de J.P. Morgan e com a Standard oil, propriedade da família Rockfeller.
Nos anos trinta, milhões de dólares foram investidos nesses acordos e a relação continuou durante a segunda guerra mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I.G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian e. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos estados unidos, para evitarem esses edifícios. Porém, por qual motivo?
Desde a depressão dos anos vinte, as organizações como a fundação Rockefeller e a família Ford tinham incentivado publicamente as políticas de controle de população a longo prazo. Também sabe-se que certo numero de pessoas influentes do comércio e da industria tinham investido grandes somas de dinheiro nos projetos da i. G. Farben antes e durante a guerra. Entre elas a família mellon.
Essa família fundou a mellon institute em 1913 como uma organização independente para patrocinar avanços na ciência e na industria. O instituto também participou da "descoberta" do flúor como "um maravilhoso preventivo das cáries dentárias".
A família mellon também fundou a aluminium company of América (alcooa). O flúor é um subproduto altamente tóxico da fabricação do alumínio e a alcooa foi processada com freqüência por envenenar gado, colheitas e correntes de água. As medidas de segurança eram caras. Por tanto, o que se podia fazer para eliminar esses custos e, talvez, até tornar os materiais residuais rentáveis?
Segundo o pesquisador de flúor Ian e. Stephen, a primeira ministra thatcher triplicou o orçamento para o tratamento da água com flúor da Irlanda do norte em meados dos anos oitenta. Stephen suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com a saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.
A alcooa e outras indústrias produtoras de flúor financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os incentivadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecidos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.
Os cientistas que trabalham para a American dental association (Ada) sob o patrocínio da alcooa continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que os fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protetor dental.
Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a Ada lançou uma campanha promovendo o uso do flúor.. A aprovação do united stades public health service (usphs) reforçou a confiança na nova "droga maravilhosa" e, em meados dos anos quarenta, várias cidades dos estados unidos começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram "aprovações" de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.
Desde o final dos anos cinqüenta, o usphs canalizou milhos de dólares dos contribuintes para promovem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projeto. Porém, a maioria dos países europeus deixou-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.
A crença comum é a de que o tratamento com flúor é efetivo por toda a vida, porém, pesquisas demonstram que a sua proteção desaparece antes da pessoa completar 20 anos. De fato, muitos especialistas afirmam que não existem provas de que o flúor seja benéfico para os dentes.
Causando grande perturbação na national institute of dental research (nidr), as análises independentes de um relatório do próprio nidr de 1988 sobre os dados odontológicos de 39.107 crianças dos estados unidos, demonstraram que praticamente não havia nenhuma diferença no número de cáries entre as crianças que viviam em regiões onde esse tratamento não era aplicado.
A pesquisa sobre os outros usos do flúor é reveladora. Os tranqüilizantes, que vão desde os sedativos suaves prescritos para a depressão, até os poderosos medicamentos que alteram a mente, transformaram-se em uma indústria multimilionária.
Mais de 60 tranqüilizantes do mercado contêm flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor no tranqüilizante diazepam (valium) produz um tranqüilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da i.g. Farben, juntos com outros medicamentos semelhantes. O potente tranqüilizante fluorado stelazine é empregado profusamente em asilos e instituições para doentes mentais em todo o mundo.
À medida que revela-se mais informação sobre o acréscimo de flúor na água a ansiedade do público aumenta. Seus defensores dedicam centenas de estudos que provam a efetividade do flúor na prevenção contra as cáries dentárias, porem, a união de cientistas profissionais daus environmental protection agency indicam a existência de encobrimentos deliberados dos graves riscos para as populações assim como a difamação e até a demissão dos cientistas que se atrevem a falar da verdade.
Para a maioria dos dentistas, o uso do flúor é um "medicamento maravilhoso" que oferece resistência à má higiene bucal e aos problemas de dieta. Para outros, trata-se de um método desleal e cínico para modificar nosso comportamento e de um meio que permite a industria rentabilizar um perigoso produto residual. Muitos encaram o uso do flúor nos abastecimentos de água como um medicamento massificado forçado.
A negação dos riscos para a saúde por parte dos organismos oficiais fazem com que alguns pensem que o uso do flúor serve como uma forma de controle social. Apontam a história do uso do flúor e seus vínculos documentados como sendo, talvez, um dos mais perversos regimes desse século.
Testemunha
Dennis Edmonson usou o medicamento "exspansyl spansule" entre 1970 e 1976, para combater a asma provocada por sua exposição a produtos químicos clorados quando trabalhou no kings Royal rifles, durante a segunda guerra mundial.. O exspansyl contem stelazine, um componente fluorado com grandes efeitos tranqüilizantes. Perguntaram-lhe como sua vida foi afetada com o uso desse produto: "terrivelmente. O flúor em minha medicação aumentou sua potência em 25 vezes e, diariamente, tomei equivalente a 100 miligramas de flúor durante seis anos. Posteriormente foi diagnosticado que eu sofria de hipondilose, osteoporose, cifose, escoliose, espondilosem astefilose, coração grande, candidiase, glaucoma, em um dos olhos e próstata calcificada. Também fiquei impotente sexualmente desde que comecei a tomar a medicação em 1970 e tive que abandonar meu trabalho como jardineiro em 1980 devido às dores na coluna e nas articulações."
Quais foram as medidas oficias que o senhor tomou para esse problema ao conhecimento do publico?
"estive em luta com a junta de pensões da guerra desde 1977, alegando que minha situação era resultado do medicamento que me havia sido prescrito. Até agora concederam-me um acréscimo de 10% na minha pensão por minha invalidez provocada pela candidiase e pelo glaucoma. Também estou exigindo uma indenização da companhia farmacêutica. Porem, além da minha penosa situação, perdi aproximadamente 7,5cm de altura. Como poderei remediar isso?
Desafiando o parlamento
Peter Robson
Apesar da generalizada oposição. Em 1973, estabeleceram-se na Irlanda do norte dois programas de uso do flúor, porem, não foi guardado nenhum relatório de suas avaliações. O ministério de saúde admitiu que "não havia sido realizadas nenhuma pesquisa definitiva para avaliar os benefícios de cada um dos programas de uso do flúor aplicado na Irlanda do norte”.
Com a ajuda da national pure water association. Pediram ao deputado Peter Robson que questionasse o parlamento sobre o acréscimo de flúor na água da Irlanda do norte. O deputado fez as seguintes perguntas: a câmara sabe que não há nenhuma pesquisa que prove a efetividade e a inoculidade do uso do flúor na água? A câmara sabe que existe um relatório que prova a periculosidade e a ineficácia da água fluorada? Até agora não se recebeu nenhuma resposta.
Reconhecimento oficial
Em novembro de 1996, Kevin Isaacs, de dez anos, obteve uma indenização de 1.000 libras do fabricante de dentifrícios Colgate-Palmolive.
Foi diagnosticado fluorose dental em Kevin, um sinal evidente de uma superexposição ao flúor. Os dentes fluoríticos ficaram "furados" e manchados e podem cariar-se além de ficarem quebradiços. Durante os últimos cinco anos, mais de trezentas famílias processaram os fabricantes de produtos fluorados.
Apesar das angustiantes provas, a british medical association (bma) mostra-se inflexível em relação à idéia de que a adição de flúor na água e nos produtos dentários não é nociva. A bma também pressiona o governo para que convença mais companhias de água do reino unido a acrescentar o flúor em seus abastecimentos. Essa política contrasta com a polêmica entre os médicos, que continuam divididos sobre os benefícios do uso do flúor na água potável.
Realidades do flúor
· O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade na água potável não deve superar 0,5 partes por milhão (ppm). O nível do flúor na água potável costuma ser da ordem de 1,5 ppm.
· Em um relatório da universidade da Flórida é dito: "uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas".
· Na Sicília foi achada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água com a ocorrência graves doenças dentárias.
· No reino unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
· A us food and drug admistration considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efetividade. Não o consideram como um nutriente essencial nas dietas
DO MUNDO VIRTUAL AO ESPIRITUAL
DO MUNDO VIRTUAL AO ESPIRITUAL
Por Frei Betto
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: "Qual dos dois modelos produz felicidade?"
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde". 'Não', retrucou ela, "tenho tanta coisa de manhã...". "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: "Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!"
Estamos construindo super-homens e supermulheres totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto?". "Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!" Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Antes, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais.
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.
A palavra hoje é "entretenimento"; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!" O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista.
Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's.
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas:
"Estou apenas fazendo um passeio socrático."
Diante de seus olhares espantados, explico:
' Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz." '
Por Frei Betto
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: "Qual dos dois modelos produz felicidade?"
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde". 'Não', retrucou ela, "tenho tanta coisa de manhã...". "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: "Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!"
Estamos construindo super-homens e supermulheres totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto?". "Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!" Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Antes, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais.
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos.
A palavra hoje é "entretenimento"; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!" O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista.
Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's.
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas:
"Estou apenas fazendo um passeio socrático."
Diante de seus olhares espantados, explico:
' Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz." '
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